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Petrobras frustra na meta de produção, mas acerta em priorizar dívida, diz BTG

O plano estratégico da Petrobras (PETR4, PETR3) para o período de 2021 a 2025 prioriza a “tão necessária” disciplina de capital, mas desaponta na meta de produção, segundo avaliação do BTG Pactual.

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“Sentimos que a Petrobras está adotando uma abordagem bastante prudente para o crescimento e criação de valor, enquanto reconhece que a desalavancagem e a disciplina de alocação de capital continuam sendo os principais pilares para esta trajetória”, dizem os analistas Thiago Duarte, Pedro Soares e Daniel Guardiola, em relatório.

Com a prioridade de redução de dívida, a estatal petrolífera prevê uma dívida bruta de US$ 67 bilhões em 2021 e mantém a meta de atingir US$ 60 bilhões em 2022. Na visão da equipe do BTG, esta meta pode vir a ser alcançada até o fim do ano que vem, considerando a venda de ativos a todo vapor. E isso poderia destravar “um potencial atraente de pagamento de dividendos”.

Produção

Em termos de produção de petróleo, a Petrobras reduziu as metas, conforme o novo plano estratégico. A expectativa agora é de produção de 2,75 milhões de barris por dia em 2021, ante 2,9 milhões previstos há um ano.

Os analistas do BTG veem espaço para algum desapontamento de investidores, mas ressalvam que o crescimento menor na produção pode ter impacto limitado no caixa porque o pré-sal entrega um mix de produto superior.

O time do BTG reitera recomendação de “compra” aos ADRs (recibos de ações negociados em Nova York) da Petrobras, com preço-alvo em 12 meses de US$ 12.

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