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Vale e siderúrgicas vão surfar em metais mais caros em 2021

ArcelorMittal teve lucro líquido de US$ 1,21 (Foto: Divulgação)

A equipe de análise do Santander tem uma perspectiva positiva para os setores de mineração e siderurgia em 2021 em razão da expectativa de preços do minério de ferro em alta e do aquecimento da construção civil.

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“Continuamos prevendo a tendência dos preços do minério de ferro e do cobre em níveis máximos em 2021, principalmente no primeiro semestre do ano que vem, uma vez que as incertezas de oferta devem permanecer em meio à forte demanda”, diz o analista do banco, Rafael Barcellos.

Ele atualizou as estimativas para os papéis das produtoras de commodities em Bolsa e reiterou a Vale (VALE3) como preferida, com recomendação de “compra”, citando a elevação da projeção de preço médio do minério de ferro para US$ 105 a tonelada no ano que vem (ante US$ 95 a tonelada anteriormente) e “rendimentos altos de dividendo”.

Na quarta-feira (9), as cotações do minério de ferro retomaram o nível de US$ 150 a tonelada pela primeira vez desde março de 2013, após 10 dias seguidos de valorização. Receio sobre oferta e forte demanda chinesa têm impulsionado os preços.

Gerdau e Usiminas

Na indústria siderúrgica, o analista do Santander manteve a recomendação de “compra” para as ações de Gerdau (GGBR4) e de “manutenção” para Usiminas (USIM5). “Temos uma visão positiva do setor siderúrgico no Brasil, impulsionado principalmente pela atividade de construção civil”.

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