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Estados Unidos vão testar mais suspeitos do coronavírus

(Foto: Reprodução)

Os Estados Unidos vão testar mais suspeitos de contaminação do coronavírus. Confirmando expectativas do mercado, o presidente americano, Donald Trump, declarou, na tarde da sexta-feira (13) que os Estados Unidos estavam em emergência nacional. Essa medida garante ao Executivo americano poderes para usar US$ 40 bilhões alocados pelo Congresso para serem usados em caso de catástrofe para enfrentar a crise do coronavírus.

Os casos nos Estados Unidos superaram 1.700 e o número de mortos subiu para 41. Trump invocou a Lei Stafford, que autoriza a capacita a Federal Emergency Management Agency, órgão do governo federal, para coordenar a reação a medidas e ajudar os governos estaduais e locais.

Trump vinha dizendo ao longo da semana que poderia usar a lei para enfrentar a pandemia, e foi pressionado pela oposição democrata no Congresso para usar esse ato. “Temos poderes de emergência muito fortes sob a Lei Stafford”, disse Trump.

Dentre as medidas, o governo deu à farmacêutica suíça Roche permissão de urgência para vender seu teste aos laboratórios dos Estados Unidos. Empresas americanas receberam fundos federais para acelerar o desenvolvimento de testes de resultado rápido.

 

TESTES – Os Estados Unidos estão tendo problemas para testar as pessoas suspeitas de contaminação pelo coronavírus. Somados, os governos estaduais e federal ainda não examinaram 15 mil pessoas, ao passo que a Coréia do Sul está testando 10 mil pessoas por dia. Os casos de contaminação nos Estados Unidos superaram 1.700 e o número de mortos subiu para 41.

O Departamento de Saúde e Serviços Humanos designou na sexta-feira um secretário assistente, o Almirante Brett P. Giroir, para supervisionar os esforços de teste. Um dia antes, em uma audiência no Congresso, as principais autoridades de saúde não conseguiram dizer quem estava encarregado de garantir que as pessoas que precisavam de exames os recebessem.

A senadora Nancy Pelosi, líder da oposição democrata, chamou a atenção para a urgência da situação na sexta-feira (13), enquanto discutia um pacote de gastos emergenciais cuja aprovação prometeu para o fim do dia.

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