A indústria de aparelhos eletroeletrônicos, como notebooks, smartphones e tevês, manifestou preocupação com o impacto nas vendas provocado pela elevação tanto dos juros quanto da taxa de câmbio. Enquanto os juros estão tornando o crédito mais caro, o dólar, que chegou a passar de R$ 6,00 recentemente, pressiona o preço dos produtos, cuja dependência é grande em relação a componentes importados.
A Abinee, entidade que representa o setor, já considera rever as previsões recentemente traçadas para este ano, que apontam a um crescimento de 6% do faturamento da indústria de eletroeletrônicos, para R$ 241 bilhões.
“Muito provavelmente, teremos que revisar essa projeção diante do eventual aumento de custos e, por conseguinte, de preços”, diz o presidente-executivo da associação, Humberto Barbato.
Os fabricantes de aparelhos eletrônicos também citam maiores custos com logística, dada a alta nos preços dos fretes e do armazenamento de cargas.
Para piorar, a greve dos auditores da Receita Federal gera atrasos nas exportações de produtos e no recebimento de insumos de produção.
“Precisamos de ações efetivas do governo para resolver esse problema que se arrasta há 60 dias”, cobra Barbato, que diz ter recebido relatos de fábricas com paralisação parcial da produção.
Por Eduardo Laguna
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